PEC 241: segurança para o capital nos próximos 20 anos

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A PEC 241, em debate no dia de hoje na Câmara dos Deputados, e logo mais será aprovada por maioria com certa folga, tem sido apresentada pelos governistas biônicos como algo que trará avanços para o emprego e para o desenvolvimento brasileiro, pois irá garantir que o Estado não gaste mais do que recolhe, e também esteja proibido de fazer dívidas para novos investimentos, e assim não pague juros, o que na visão destes é o principal elemento que tem gerado a crise e os problemas advindos desta. Com isto, o Estado e os futuros governos, estariam impedidos de investir para além da inflação, ou seja, se mesmo o país crescendo 5% do PIB, e com inflação zero, o que seria um cenário ideal, os governos estariam impedidos de investir em serviços públicos e infraestrutura.

Bom, mas se paramos ai, pensamos que apenas os rentistas e os bancos é que ganhariam algo com isto, não é mesmo? Mas como um governo conseguiria se sustentar por tanto tempo sem investir? E mesmo os setores mais a direita, como a elite agrária, necessitaram de investimentos em educação, infraestrutura, saúde, urbanização, pois com sua expansão, os serviços serão necessários para mão de obra qualificada, novas cidades, portos e estradas, enfim…Mas então, qual a razão que até mesmo a elite “produtiva” se posicionou a favor desta PEC? Os mais ingênuos irão corroborar com o discursos da esquerda e do centro-esquerda, que diz que esta PEC irá reduzir os serviços públicos e irá prejudicar grandemente a população brasileira. E isto seria real? Sim, com certeza. Mas a elite econômica brasileira não quer apenas aplicar seu capital nas bolsas e viver de renda, pois sabe dos riscos que estes investimentos possuem, eles querem é colonizar cada espaço, cada setor de serviços do país. E de que forma? Não basta ser muito inteligente, apenas imaginar que sem serviços públicos ou com serviços públicos extremamente precarizados, as pessoas precisarão buscar estes mesmos serviços nas empresas, e estas empresas terão a, aqui vem o pulo do gato, garantia de 20 anos para investir em educação, saúde, infra estrutura, etc etc, ou seja, serviços em geral, e estarão protegidos de governos que tenham uma perspectiva estatizante.

A PEC 241 nada mais é do que o aparato legal para que a iniciativa privada tenha todas as garantias de que investir em serviços, que deveriam ser públicos, terá retorno garantido…resultado disso: mais endividamento das pessoas, mais precarização do trabalho, pior qualidade dos serviços, exclusão da pobreza extrema de tudo, e por fim, mais acumulação do capital em poucas mãos….é a roda do capitalismo entrando no seu prumo ideal em terras tupiniquins….

 

Precisamos falar sobre a vaidade na vida acadêmica

 

Combater o mito da genialidade, a perversidade dos pequenos poderes e os “donos de Foucault” é fundamental para termos uma universidade melhor por Rosana Pinheiro-Machado — publicado Carta Capital 24/02/2016 03h37
A vaidade intelectual marca a vida acadêmica. Por trás do ego inflado, há uma máquina nefasta, marcada por brigas de núcleos, seitas, grosserias, humilhações, assédios, concursos e seleções fraudulentas. Mas em que medida nós mesmos não estamos perpetuando esse modus operandi para sobreviver no sistema? Poderíamos começar esse exercício auto reflexivo nos perguntando: estamos dividindo nossos colegas entre os “fracos” (ou os medíocres) e os “fodas” (“o cara é bom”).

As fronteiras entre fracos e ‘fodas’ começam nas bolsas de iniciação científica da graduação. No novo status de bolsista, o aluno começa a mudar a sua linguagem. Sem discernimento, brigas de orientadores são reproduzidas. Há brigas de todos os tipos: pessoais (aquele casal que se pegava nos anos 1970 e até hoje briga nos corredores), teóricas (marxistas para cá; weberianos para lá) e disciplinares (antropólogos que acham sociólogos rasos generalistas, na mesma proporção em que sociólogos acham antropólogos bichos estranhos que falam de si mesmos).

A entrada no mestrado, no doutorado e a volta do doutorado sanduíches vão demarcando novos status, o que se alia a uma fase da vida em que mudar o mundo já não é tão importante quanto publicar um artigo em revista qualis A1 (que quase ninguém vai ler).

Na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, dizíamos que quando alguém entrava no mestrado, trocava a mochila por pasta de couro. A linguagem, a vestimenta e o ethos mudam gradualmente. E essa mudança pode ser positiva, desde que acompanhada por maior crítica ao sistema e maior autocrítica – e não o contrário.

A formação de um acadêmico passa por uma verdadeira batalha interna em que ele precisa ser um gênio. As consequências dessa postura podem ser trágicas, desdobrando-se em dois possíveis cenários igualmente predadores: a destruição do colega e a destruição de si próprio.

O primeiro cenário engloba vários tipos de pessoas (1) aqueles que migraram para uma área completamente diferente na pós-graduação; (2) os que retornaram à academia depois de um longo tempo; (3) os alunos de origem menos privilegiada; (4) ou que têm a autoestima baixa ou são tímidos. Há uma grande chance destas pessoas serem trituradas por não dominarem o ethos local e tachadas de “fracos”.

Os seminários e as exposições orais são marcados pela performance: coloca-se a mão no queixo, descabela-se um pouco, olha-se para cima, faz-se um silêncio charmoso acompanhado por um impactante “ãaaahhh”, que geralmente termina com um “enfim” (que não era, de fato, um “enfim”). Muitos alunos se sentem oprimidos nesse contexto de pouca objetividade da sala de aula. Eles acreditam na genialidade daqueles alunos que dominaram a técnica da exposição de conceitos.

Hoje, como professora, tenho preocupações mais sérias como estes alunos que acreditam que os colegas são brilhantes. Muitos deles desenvolvem depressão, acreditam em sua inferioridade, abandonam o curso e não é raro a tentativa de suicídio como resultado de um ego anulado e destruído em um ambiente de pressão, que deveria ser construtivo e não destrutivo.

Mas o opressor, o “foda”, também sofre. Todo aquele que se acha “bom” sabe que, bem lá no fundo, não é bem assim. Isso pode ser igualmente destrutivo. É comum que uma pessoa que sustentou seu personagem por muitos anos, chegue na hora de escrever e bloqueie.

Imagine a pressão de alguém que acreditou a vida toda que era foda e agora se encontra frente a frente com seu maior inimigo: a folha em branco do Word. É “a hora do vâmo vê”. O aluno não consegue escrever, entra em depressão, o que pode resultar no abandono da tese. Esse aluno também é vítima de um sistema que reproduziu sem saber; é vítima de seu próprio personagem que lhe impõe uma pressão interna brutal.

No fim das contas, não é raro que o “fraco” seja o cavalinho que saiu atrasado e faça seu trabalho com modéstia e sucesso, ao passo que o “foda” não termine o trabalho. Ademais, se lermos o TCC, dissertação ou tese do “fraco” e do “foda”, chegaremos à conclusão de que eles são muito parecidos.

A gradação entre alunos é muito menor do que se imagina. Gênios são raros. Enroladores se multiplicam. Soar inteligente é fácil (é apenas uma técnica e não uma capacidade inata), difícil é ter algo objetivo e relevante socialmente a dizer.

Ser simples e objetivo nem sempre é fácil em uma tradição “inspirada” (para não dizer colonizada) na erudição francesa que, na conjuntura da França, faz todo o sentido, mas não necessariamente no Brasil, onde somos um país composto majoritariamente por pessoas despossuídas de capitais diversos.

É preciso barrar imediatamente este sistema. A função da universidade não é anular egos, mas construí-los. Se não dermos um basta a esse modelo a continuidade desta carreira só piora. Criam-se anti-professores que humilham alunos em sala de aula, reunião de pesquisa e bancas. Anti-professores coagem para serem citados e abusam moral (e até sexualmente) de seus subalternos.

Anti-professores não estimulam o pensamento criativo: por que não Marx e Weber? Anti-professores acreditam em lattes e têm prazer com a possibilidade de dar um parecer anônimo, onde a covardia pode rolar às soltas.

O dono do Foucault

Uma vez, na graduação, aos 19 anos, eu passei dias lendo um texto de Foucault e me arrisquei a fazer comparações. Um professor, que era o dono do Foucault, me disse: “não é assim para citar Foucault”.

Sua atitude antipedagógica, anti-autônoma e anti-criativa, me fez deixar esse autor de lado por muitos anos até o dia em que eu tive que assumir a lecture “Foucault” em meu atual emprego. Corrigindo um ensaio, eu quase disse a um aluno, que fazia um uso superficial do conceito de discurso, “não é bem assim…”.

Seria automático reproduzir os mecanismos que me podaram. É a vingança do oprimido. A única forma de cortamos isso é por meio da autocrítica constante. É preciso apontar superficialidade, mas isso deve ser um convite ao aprofundamento. Esquece-se facilmente que, em uma universidade, o compromisso primordial do professor é pedagógico com seus alunos, e não narcisista consigo mesmo.

Quais os valores que imperam na academia? Precisamos menos de enrolação, frases de efeitos, jogo de palavras, textos longos e desconexos, frases imensas, “donos de Foucault”. Se quisermos que o conhecimento seja um caminho à autonomia, precisamos de mais liberdade, criatividade, objetividade, simplicidade, solidariedade e humildade.

O dia em que eu entendi que a vida acadêmica é composta por trabalho duro e não genialidade, eu tirei um peso imenso de mim. Aprendi a me levar menos a sério. Meus artigos rejeitados e concursos que fiquei entre as últimas colocações não me doem nem um pouquinho. Quando o valor que impera é a genialidade, cria-se uma “ilusão autobiográfica” linear e coerente, em que o fracasso é colocado embaixo do tapete. É preciso desconstruir o tabu que existe em torno da rejeição.

Como professora, posso afirmar que o número de alunos que choraram em meu escritório é maior do que os que se dizem felizes. A vida acadêmica não precisa ser essa máquina trituradora de pressões múltiplas. Ela pode ser simples, mas isso só acontece quando abandonamos o mito da genialidade, cortamos as seitas acadêmicas e construímos alianças colaborativas.

Nós mesmos criamos a nossa trajetória. Em um mundo em que invejas andam às soltas em um sistema de aparências, é preciso acreditar na honestidade e na seriedade que reside em nossas pesquisas.

Transformação

Tudo depende em quem queremos nos espelhar. A perversidade dos pequenos poderes é apenas uma parte da história. Minha própria trajetória como aluna foi marcada por orientadoras e orientadores generosos que me deram liberdade única e nunca me pediram nada em troca.

Assim como conheci muitos colegas que se tornaram pessoas amargas (e eternamente em busca da fama entre meia dúzia), também tive muitos colegas que hoje possuem uma atitude generosa, engajada e encorajadora em relação aos seus alunos.

Vaidade pessoal, casos de fraude em concursos e seleções de mestrado e doutorado são apenas uma parte da história da academia brasileira. Tem outra parte que versa sobre criatividade e liberdade que nenhum outro lugar do mundo tem igual. E essa criatividade, somada à colaboração, que precisa ser explorada, e não podada.

Hoje, o Brasil tem um dos cenários mais animadores do mundo. Há uma nova geração de cotistas ou bolsistas Prouni e Fies, que veem a universidade com olhos críticos, que desafiam a supremacia das camadas médias brancas que se perpetuavam nas universidades e desconstroem os paradigmas da meritocracia.

Soma-se a isso o frescor político dos corredores das universidades no pós-junho e o movimento feminista que só cresce. Uma geração questionadora da autoridade, cansada dos velhos paradigmas. É para esta geração que eu deixo um apelo: não troquem o sonho de mudar o mundo pela pasta de couro em cima do muro.

registrado em: Rosana Pinheiro-Machado

Não tem mignon e espumante?

Texto retirado do Jornal Estadão, na coluna Politica ao Vivo, quando cometam os fatos momento a momento, ao vivo, dos fatos do dia. Neste caso, os comentários era sobre o protesto a favor da democracia na Av. Paulista. Segue:

  • São Paulo – Vendedores ambulantes que foram ao protesto contrário ao governo no último domingo, na Av. Paulista, lamentam que as vendas de hoje, na manifestação favorável à presidente Dilma Rousseff, estejam mais fracas. Alguns deles chegaram a abaixar o preço, para atrair mais demanda. Foi o caso de Gilmar, de 35 anos, que preferiu não informar o sobrenome. Segundo ele, além de hoje haver menos pessoas, o público é “mais humilde”. “Aí, por exemplo, a água, que eu vendia a R$ 5 no domingo, hoje eu vendo a R$ 3”, disse. Gilmar também contou que o público de domingo era mais “diferenciado”, portanto, quando o assunto era cerveja, ele só vendia Heineken. Hoje, optou por trazer a Skol.

    O pipoqueiro Yang Kauae, de 21, também lamentou a menor demanda do protesto desta sexta-feira. Ele estima que, no domingo, faturou cerca de R$ 3 mil. “Hoje, foram só R$ 200, por enquanto”, disse. O vendedor Geraldo Cardoso, de 45 anos, tem tido mais sorte. Ele disse que, embora o público de hoje seja menor, o público de domingo era “mais fresco”. “Em vez de comprar uma água comigo, eles preferiam comprar água na Starbucks”, lamentou. Segundo os organizadores do ato de hoje, há cerca de 200 mil pessoas na Av. Paulista. No último domingo, o protesto contrário ao governo de Dilma Rousseff reuniu, segundo o Datafolha, cerca de 500 mil pessoas. (André Ítalo Rocha)

 

Blog pra que te quero!!!!

odio

Boa tarde, retorno a escrever no meu blog depois de longos 2 ou 3 anos sem ao menos abri-lo, a não ser para publicar um post de revolta ao PT, aquele que um dia já foi o partido ao qual fui filiado. Enfim…

Alguns poderão pensar que retorno em função do cataclisma político pelo que o país passa, e assim irei escrever minhas opiniões e impressões sobre este cenário. Pois é meu colegas, talvez, talvez escreva!!! escreverei!!!

Quando parei de escrever no blog foi pelo motivo de que achei no Facebook e em outras redes sociais a possibilidade de dialogar e debater com mais pessoas, organizações, ser mais ágil e alcançar mais espaço para ouvir e expor ideias e posicionamentos. Mas não, realmente esse tempo durou pouco, e agora neste momento, as redes sociais passaram a ser palco de ÓDIO contra tudo e todos que não se colocam a favor de uma determinada idea-logia. Não há debate, mas agressões e desejo de morte, de destruir o outro. Ao menos por enquanto isto esta restrito as redes socais…enfim…

Opiniões furtivas são xingadas, agredidas, ameaçadas…

Para mim deu…a partir de agora será no Blog e nas relações pessoais…redes sociais serão apenas para release de jornais e blogs, além de trocar mensagens, pois esta nova geração de jovens não conhecem email.

Que venha 2016 e sua insanidade.

O Haraquiri Petista

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Não bastassem os 13 anos de suicídio político que o PT tem realizado, pelo motivo de assumir sempre posições mais a direita do que a esquerda, e ter como base de suas ações um “assistencialismo” barato e grosseiro, agora, em pleno ano de 2015, um projeto de lei (PL), o 4330, que trata sobre a terceirização de funções fim nas empresas e setor público, faz o PT sangrar e cometer seu ultimo ato de suicídio político. Mesmo com uma posição contrária ao PL, ou ao menos, ao formato que o PL esta sendo encaminhado, faz do PT um partido isolado e sem interlocução, seja com setores mais conservadores do parlamento, ou mesmo com a sociedade brasileira. Uma presidenta silenciosa devido a sua incapacidade total de fazer política, e uma bancada silenciada pela mídia e pelo esgotamento e sangramento das diversas crises que vem passando há 7 ou 8 anos, faz do PT um ser acuado e sem capacidade de movimentar-se.

Agora é esperar que o PL 4330 seja aprovado em regime de urgência, e ver a posição que a CUT, o ultimo reduto organizado do PT, que também vem se enfraquecendo rapidamente, diante de uma situação absolutamente inusitada. Um governo dito trabalhista, que terá como mancha, marcada de sangue, um projeto de lei que precariza absolutamente de forma absurda as relações de trabalho.

Mas arrisco dizer que mesmo o PT tendo uma posição contrária a PL, digo que os governistas do PT estão muitooo felizes com sua aprovação, inclusive sua presidenta, pois a terceirização é o que o PT vem fazendo no setor público desde o primeiro dia de governo. Sendo assim, vamos esperar para ver todos os setores do governo a mercê das empresas piratas, privatas, privatistas, sangrando o dinheiro do povo.

É um verdadeiro haraquiri em nome do poder e da reprodução do capital.

Consumo de alimentos deve dobrar nas próximas quatro décadas no mundo

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Fonte: publicado no sitio RuralBr

Segundo especialistas, nas próximas quatro décadas, deve dobrar o consumo de alimentos no mundo. Como atender a essa demanda é a preocupação do setor agropecuário e o tema central de uma pesquisa feita pela iniciativa privada. O resultado foi apresentado nesta quinta, dia 19, em Brasília, e mostrou que o Brasil tem papel fundamental neste novo cenário.

O estudo ouviu oito mil pessoas de diferentes classes sociais, em 13 países da América, Europa, áfrica e Ásia. No Brasil, o resultado mostrou que, quando o assunto é segurança alimentar, meio ambiente e produção de alimentos, a população está dividida. Somente 11% dos brasileiros acreditam que a agricultura é feita de forma responsável e 24% apóiam o uso de defensivos e fertilizantes. Apesar das criticas, 76% dos entrevistados incentivam o uso de tecnologias nos processos de produção e para 54% o aumento da produtividade pode tornar o setor mais sustentável.

– Nessa pesquisa ficou claro que nós devemos usar tecnologias para aumentar a produtividade para a produção de alimento. Por outro lado, a grande maioria diz que as soluções que nós temos hoje não são as soluções ideais – diz i diretor geral da Syngenta para América Latina, Antonio Carlos Guimarães.

– O mundo tem, hoje, uma série de problemas relacionados à nutrição e bem estar das pessoas. Cada vez mais vamos ter que olhar o volume, a quantidade física, mas também a qualidade do alimento – salienta o presidente da Embrapa, Mauricio Lopes.

Produzir mais e com maior qualidade é, sem dúvida, a meta do setor agropecuário para as próximas décadas. Um levantamento das Organizações das Nações Unidas (ONU) aponta que o consumo de alimentos no mundo, deve dobrar até 2053, chegando a 5,600 bilhões de toneladas. Desse total, mais de um bilhão de toneladas vão ser produzidos no Brasil

Segundo o presidente da Embrapa, a agricultura brasileira tem grandes desafios pela frente. Além de aumentar a eficiência das culturas, é preciso tornar a produção sustentável e otimizar o uso das áreas de cultivo.

– Nós temos condições de elevar a produção do país de maneira segura e planejada. O Brasil tem uma base de recursos naturais fantástica, usar esses recursos da forma cada vez mais planejada, sempre mobilizando a ciência e o conhecimento para melhorar essa base de recursos naturais para o futuro – destaca Lopes.

– Nós temos quase 100 milhões de hectares, que chamamos de pastagem degradada, é onde o uso de tecnologias não permite que você maximize os resultados da terra. Se esses 100 milhões forem transformados em pastagens efetivas ou em agricultura, nós conseguimos crescer a produção em modo sustentável nos próximos anos – destaca Guimarães.

O estranho mundo normal

Cada dia mais eu ando estranhando o mundo. Estranhamento este que me faz sentir e viver a vida com mais vontade e esperança. Quando me pego achando as coisas um pouco normais, me estranho. Passo a ser um estranho num mundo de normalidades.

Ser normal? Ser normal é ser feliz, é sorrir, é ver o mundo com os olhos de alegria, de que tudo pode e esta andando para frente. Ser normal é gostar da vida como ela é.

Estranhar a normalidade é ser estranho.