Brasil: o país do futuro!!! é isso?

Será mesmo que o Brasil é o pais do presente, como tantos dizem. Realmente fui levado a acreditar nisto, mas vendo coisas do nosso cotidiano, tenho que concordar, ainda somos e continuamos a ser, o PAÍS DO FUTURO. Pois é, hoje estava lendo alguns blogs, quando me deparo no Blog do Tarso com uma notícia, que num primeiro momento, me agradou, fiquei contente, realmente me deixou esperançoso – a manchete da matéria é: “Governo da presidenta Dilma Rousseff oferece R$ 800 mil para pesquisas sobre modernização do Estado”. Com uma manchete desta, realmente fiquei animado, digamos assim!!!

Porém, contudo, todavia, fui ler a noticia. E com mais parcimônia fui lendo, analisando, refletindo. Pois é meus caros, imaginem um edital, onde o teto para as pesquisas é de 90 mil reais, sendo que o edital é de 800 mil reais, ou seja, daria para atender um total de 9 projetos, talvez 18, sendo que cada um leve a metade do teto máximo do edital. Dá para acreditar? que apenas 9 projetos de pesquisa terão a responsabilidade de achar caminhos para modernizar o Estado brasileiro? Isto mais parece piada. Enquanto em paises sérios, investe-se em centenas de pesquisas para que daqui uns 5 ou 10 anos tenhamos alguns caminhos, no brasil, 9 projetos e vualá, um estado melhor, mais “moderno”. Rara ra!

Bom, mas a história é essa! Para quem não convive no mundo virtual do financiamento de pesquisa no Brasil, isso mesmo, é virtual, ele existe mas não existe, ele funciona exatamente desta forma: lançam editais de 2 milhões de reais (como é todo ano no CNPQ), uau, dirão alguns mortais, nossa, quanto dinheiro. Porque vocês estão reclamando seus professores e pesquisadores???

Mas reflitam! Pesquisa para o país todo. São dezenas de centenas de pesquisadores, nos mais variados locais deste continente chamado Brasil, sendo que normalmente o limite para projetos de pesquisa é 20 mil reais, no entanto, porém, todavia, contudo, normalmente fazem o corte de 30% ou mais, e quem leva, ou melhor, quem é aprovado por mérito nos editais de financiamento de pesquisa, são projetos que propõe metade ou menos da metade do teto limite por projeto, ou seja, em torno de 8 mil reais, talvez 10. Alguns vão dizer: mas para quem não tem nada, isso tá bom. ok!!!

Para um pais que era pobre, o Brasil desse jeito, tá BOM!!! E assim segue: Brasil é o pais do que…..?!!!

Feira livre de produtos orgânicos na Praça do Papa (Vitória/ES) terá início nesta quarta-feira (21)

Via site da SEAG

O Governo do Espírito Santo, por meio da Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), em parceria com a Prefeitura de Vitória, vai inaugurar nesta quarta-feira (21), a quinta feira livre da Grande Vitória especializada na comercialização de produtos orgânicos. A nova unidade funcionará às quartas-feiras no estacionamento da Praça do Papa, em Vitória, a partir das 17 horas.

O novo espaço contará com 22 barracas padronizadas, equipadas com balanças digitais e caixas plásticas para armazenamento e transporte dos produtos. O investimento da Seag na aquisição dos materiais foi de R$ 68,3 mil e a Prefeitura de Vitória arcará com serviços de limpeza, segurança e iluminação para o funcionamento da feira.

“Nosso objetivo é criar cada vez mais espaços de comercialização de produtos saudáveis, capazes de ofertar alimentos de qualidade à população com preços justos e de gerar mais renda e oportunidades no meio rural. As feiras livres são uma boa alternativa, pois elas não têm o papel do intermediário e permitem o contato direto entre produtor e consumidor”, destaca o secretário de Estado da Agricultura, Enio Bergoli.

Ao todo 40 produtores de alimentos orgânicos dos municípios de Santa Maria de Jetibá e Iconha vão ocupar o espaço para comercializar aproximadamente 70 itens, com destaque para as hortaliças em geral, frutas, produtos da agroindústria caseira (pães, biscoitos, bolos, doces, geleias). Outro destaque fica por conta das flores e plantas medicinais.

A feira livre de produtos orgânicos é uma estratégia da Seag e parceiros para criar novos espaços e ampliar e produção e a comercialização para os agricultores orgânicos. Comercializar bem estimula o crescimento da produção e a adesão de novos agricultores ao sistema orgânico de produção. Espaços como esse também estabelecem o contato e a venda direta ao consumidor, reduzindo custos de logística e comercialização, fazendo com que os produtos sejam vendidos com preços acessíveis.

Inicialmente, a expectativa de comercialização semanal é de seis toneladas de alimentos orgânicos, gerando um faturamento mensal aos produtores de R$ 104 mil.

Outras feiras livres de orgânicos

Além da nova feira livre de produtos orgânicos que irá funcionar na Praça do Papa, outras quatro trabalham periodicamente na Grande Vitória. São as do Barro Vermelho (Vitória), de Valparaiso (Serra), da Praia da Costa (Vila Velha), e de Campo Grande (Cariacica).

Barro Vermelho (Vitória) – 18 barracas Funcionamento aos sábados, das 5h às 12 horas

Valparaiso (Serra) – 20 barracas Funcionamento às terças-feiras, das 17h às 21 horas

Praia da Costa (Vila Velha) – 20 barracas Funcionamento aos sábados, das 5h às 12 horas

Campo Grande (Cariacica) – 12 barracas Funcionamento das 5h às 12 horas

Agricultura orgânica capixaba

Atualmente, no Espírito Santo, 200 propriedades rurais estão certificadas para a produção de alimentos orgânicos. Somadas, são aproximadamente quatro mil hectares ocupados com os cultivos, principalmente de olerícolas (250 t/mês), frutas (mil t/mês) e café beneficiado, com oito mil sacas por ano.

“Para 2012, a Seag, em parceria com outras instituições, trabalha para concluir o processo de certificação de outras 100 propriedades. Além destas, mais 1,3 mil propriedades no Estado adotam práticas específicas da agricultura orgânica e possuem potencial para certificação, o que pode ampliar a área de cultivo em 5,4 mil ha e a produção em 2,5 mil t/mês de produtos”, destaca o gerente de Agricultura Orgânica da Seag, Decimar Schultz.

Principais produtos orgânicos do ES

Abobrinha, abóbora madura, agrião, aipim, alface, banana prata, banana da terra, batata doce, batata inglesa, brócolis, cachaça, café, cebolinha, cenoura, chuchu, coentro, couve folha, couve flor, espinafre, ervilha, inhame, laranja, mamão, manga, milho verde, morango, ovo caipira, pepino, quiabo, repolho verde, salsa, tomate e vagem.

Informações à Imprensa Gerência de Informação e Análise/Seag Léo Júnior Tel: 27 3636-3700 / 3651 / 9942-9616

Vitória é uma das 3 capitais que tem conceito A na administração financeira!!!

Via Gazeta do Povo – Curitiba 18/03/2012

A mistura de despesas elevadas com funcionalismo, receita própria reduzida e investimentos escassos ou até inexistentes leva duas em cada três cidades brasileiras (63,5%) a viver situação financeira difícil ou crítica. O retrato está no Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF), elaborado pela Federação das Indústrias do Rio com dados de 2010 para medir a qualidade da administração financeira das cidades. Só 95 (1,8%) das 5.266 prefeituras avaliadas tiveram a gestão das contas considerada de excelência, com conceito A.

O levantamento, que ajuda a explicar a desproporção entre a qualidade dos serviços públicos e a elevada carga tributária brasileira, mostra que Sul e Sudeste abrigam 81 das 100 municipalidades com melhor desempenho nas finanças. Na ponta inversa, as 93 piores administrações estavam no Norte e no Nordeste – em correlação forte, mas não automática, com a renda.

Dez anos após a edição da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), a média dos municípios levou a um IFGF Brasil de 0,5321 em 2010, 1,9% a mais do que o resultado de 2006, base de comparação estabelecida no trabalho. O resultado de 2010 coloca o IFGF nacional no nível de “gestão em dificuldade” e foi negativamente influenciado pelos gastos com pessoal das cidades, cujo indicador caiu de 0,6811 para 0,5773 – menos 15,2%.

Estabilidade no custo da dívida (piora de 0,3%) e avanço modesto na receita própria (6,9%) completaram o quadro ruim. A reduzida melhora foi garantida pelo avanço nos investimentos (9,5%) e na administração dos restos a pagar (16,3%), sob a influência do crescimento recorde de 7,5% da economia em 2010.

“A cultura da responsabilidade fiscal ainda não se consolidou no País”, avalia Guilherme Mercês, gerente de Estudos Econômicos da Firjan. “A característica em comum dos poucos municípios com gestão de excelência é o baixo gasto com pessoal e o alto investimento. Esse é o binômio do sucesso.”

O economista lembra que os municípios com contas saneadas têm maior capacidade de investir. “Quem tem melhor infraestrutura é quem atrai mais empresas e gera mais impostos locais, por isso as prefeituras precisam investir”, afirmou.

Apenas três capitais – Porto Velho (RO), Vitória (ES) e Porto Alegre (RS) – estão entre os municípios com administração financeira excelente em 2010. A capital de Rondônia foi beneficiada pelo boom econômico causado pela construção das usinas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau. A lista geral é encabeçada por Santa Isabel (GO), cujo IFGF chegou a 0,9747. Na lanterna, Ilha Grande (PI) ficou com apenas 0,0778. São Paulo, quarta capital em melhor situação, teve conceito B, o que é considerado “boa gestão”.

Smart Phones, TVs LEDs, Motores Elétricos e até gasolina estão em risco!?!?

Foi só a China se transformar na maior potência mundial ou ao menos ser potencialmente a maior potencia mundial, que o mundo passou a exigir que começasse a monitorar e controlar o impacto ambiental da sua produção industrial.

Bom, isto não adiantou muito, pois para quem cresce 8 a 10% ao ano, impacto ambiental é princípio, não preocupação.

Pois bem, agora a China resolveu mudar, vejam só. A maior produtora de Terras Raras (um tipo de minério que é matéria prima para imã, equipamentos eletronicos, enfim) do mundo, dominando 95% do mercado mundial, resolveu informar a comunidade mundial que irá reduzir a produção, pois o impacto ambiental e a preocupação com a saúde dos trabalhadores passa a ser principio, e desta forma não há como manter o nível da produção nestes patamares (150 mil toneladas ano).

Mas você ira dizer: o que eu tenho haver com isso? Bom, esta tal de terras raras é a matéria-prima para a produção de tudo que é produto da cadeia industrial de todo e qualquer produto eletrônico. Ou seja, se você tem ou quer ter um Smart Phone, um Tablet ou uma Tv LED, passe a se preocupar. Mas não precisamos ir tão longe, é necessário terras raras para produzir gasolina, ou seja, essa TERRA faz parte do DNA da nossa vida urbana-industrial.

Voltemos: antes, a Comunidade Internacional denunciava a destruição que a China estava produzindo no meio ambiente, agora, a Organização Mundial do Comércio (OMC) esta sendo palco da disputa entre EUA, EU e Japão e a China, pela não diminuição da produção de terras raras.

Alguns, lendo estas informações, poderiam ficar stressados, pois não fique. A China é a maior produtora, no entanto EUA e Brasil possuem as maiores jazidas do mundo. Porém, contudo, todavia, ninguém quer produzir esta tal de terra rara, acho que por isso que ganhou o adjetivo de rara. Rs! Pois, o desastre ambiental e na saúde dos trabalhadores é devastador, segundo dizem os especialistas. A situação e tão chocante que a Austrália extrai o minério, mas leva para a Malásia para processa-lo. Ou seja, que sejam os pobres e incautos que façam o trabalho sujo.

Agora a questão que fica: mantemos a produção de iphones e tvs Led ou vamos ser um mundo mais sustentável?

Será a Dilma um mulher de verdade? Améliaaaa!!!

A nossa presidente tem demonstrado que faz política e gestão governamental a partir de princípios, que ainda não sei bem quais são, pois não estou acostumado a ver esse tipo de tomadora de decisões em governos.

No ano de 2010, fez uma certa “faxina” nos ministérios, embora mesmo logo depois de limpar, já estavam sujos. Mas não queiramos demais, estamos no Brasil, e mesmo em nossas casas, logo após limpar já começa a sujar. Fazer o que!

Mas não bastou isto. Colocou como ministros, mulheres e pessoas com perfis mais técnicos que políticos, tudo o que a “velha” (mas sempre atual) elite política brasileira odeia. Pois bem!

Quando adentramos o ano de 2011, um ano ELEITORAL, os analistas e cientistas políticos começaram suas análises: “Neste ano a Dilma não irá mandar como mandou até agora”; “para manter as relações da base aliada, a Dilma terá que mudar”; “essa forma de governar da Dilma não vai dar certo a partir de agora”; bla bla bla bla….

Pois bem meus caros, também acreditava nestas posições, mesmo porque sou semi analfabeto em Dilma. E nem mesmo inicia o ano pós carnaval, o que a Dilma faz? tchan tchan tchan!!! Em plena crise com o PMDB, seu principal e inabalável parceiro, ela muda o líder no Senado. Bom, muitos diriam, mas o que significa isto: bom, mudar Romero Jucá, ligado ao grupo do José Sarney e Renan Calheiros, faz uma impacto de tsunami na velha elite do poder no senado.

O novo líder Eduardo Braga, além de ser um senador calouro, embora tenha sido 2 vezes governador do Amazonas, não faz parte do grupo que tanto FHC como Lula, apoiaram, reforçaram e se desgastaram para mante-los firmes e fortes.

A questão que fica é: será a Dilma uma mulher de verdade? Améliaaaa!!!

Você bebe suco de laranja? então tá!

Neste último final de semana, andando pela feira livre que tem no meu bairro, encontro uma amiga e ela me pergunta onde costumo comprar laranja. Foi quando me dei conta que parei de consumir laranja in natura a muito tempo e a pouco tempo parei de consumir suco de laranja processado. Pois bem, ela me perguntou porque, quis responder, ela não deixou. E porque não me deixaria: respondo a vocês. Porque diria a ela que os EUA barraram 3 carregamentos de suco de laranja em janeiro deste ano, pelo motivo de que encontraram sinais de carbendazim, um fungicida ilegal. Bom, a questão não é bem esta, mas também é. Imaginem a seguinte situação: a produção de alimentos no Brasil já é a que mais utiliza agroquimicos no mundo, 5 litros por indivíduo por ano (segundo dados oficiais), pois bem, se já usamos muito esse negócio todo, ainda temos que usar os ilegais. Poxa!

Mas a questão não para por aí. Quem produz laranja no Brasil? São os GRANDES LATIFÚNDIOS deste país. A Cutrale é um exemplo delas, ocupada pelo MST no ano de 2009, e que tem quase 3 mil hectares irregulares, grilados, e outros quase 40 mil hectares produzindo laranja com esse tal de carbendazim.

Alguns poderiam dizer: mas por que parar de consumir laranja, se tantas outras coisas que consumimos que podem ser iguais ou piores. Bom, se sei que a laranja é sinal de perigo e pode me ajudar a desenvolver algum tipo de doença: por que consumir?

Mas voltemos e vou finalizando meu pensamento: Os EUA barraram o suco de laranja brasileiro. Mas será mesmo que o FDA (Food and Drugs Adminstration) e o governo norte amerciano, esta realmente preocupado com a saúde de seus cidadãos? será mesmo? dá para acreditar? Pensemos: a partir do mês de março de 2011 o Brasil ganhou a luta contra a super taxação sobre o suco de laranja (depois de mais de uma década de disputa na OMC). Perdem e passam a comprar o suco brasileiro por um preço bem mais barato, detalhe, em plena crise nos EUA. Então fica a questão? será mesmo que o FDA é um órgão que cuida da saúde dos cidadãos norte americanos? e as nossas agências? será que se preocupam com alimentos realmente saudáveis?

E nós, realmente estamos pensando sobre isto? o que estamos comendo?

Zé fini.

Conheça as Feiras orgânicas da sua cidade

Via site do Slow Food Brasil

Veja o endereço e horário de funcionamento das feiras orgânicas de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Curitiba, Salvador, Porto Alegre, Aracaju, Belém, Campo Grande, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Maceió, Manaus, Natal, Porto Velho, Rio Branco, Teresina e Vitória.

Ao fazer suas compras nas Feiras orgânicas, você consome e estimula a produção de alimentos bons, limpos e justos. Além de conhecer quem produz o que você vai comprar.

Frequente as feiras orgânicas e agroecológicas.

Entre no enderço e veja a lista de feiras com alimentos ecológicos nas capitais brasileira:

http://www.slowfoodbrasil.com/textos/noticias-slow-food/504-voce-conhece-as-feiras-organicas-da-sua-cidade?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+slowfoodbrasil+%28Slow+Food+Brasil%29

LSD pode ajudar alcoólatras a parar de beber, dizem cientistas

Via Estadão.com.br e BBCBrasil – 09/03/2012

Uma única dose da droga alucinógena LSD poderia ajudar alcoólatras a parar de beber, segundo uma análise de pesquisas realizadas nos anos 60.

O estudo, publicado no Journal of Psychopharmacology, utilizou informações de seis experimentos envolvendo mais de 500 pacientes e concluiu que a droga teve um “efeito benéfico significativo” contra o abuso de álcool, que durou por vários meses depois que a substância foi utilizada.

O LSD é uma das drogas alucinógenas mais fortes já identificadas, que aparentemente bloqueia uma substância química no cérebro, a serotonina, que controla funções como percepção, comportamento, fome e humor.

Pesquisadores da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia analisaram estudos sobre a droga realizados entre 1966 e 1970.

Todos os pacientes participavam de tratamentos contra o alcoolismo, mas alguns receberam uma única dose de LSD de entre 210 e 800 microgramas.

No grupo de pacientes que usou a droga, 59% mostraram uma queda no consumo de bebidas alcoólicas em comparação com 38% no outro grupo.

‘Efeito duradouro’

O efeito se manteve por seis meses após o consumo do alucinógeno, mas desapareceu após um ano.

Aqueles que tomaram o LSD também apresentaram níveis mais altos de abstinência de álcool.

Os autores do estudo, Teri Krebs e Pal-Orjan Johansen, concluíram, então, que o LSD tem um efeito benéfico importante no combate ao alcoolismo e disseram que doses mais frequentes podem ter um efeito mais permanente.

“De acordo com as provas sobre o efeito benéfico fo LSD contra o alcoolismo, é difícil entender por que esta abordagem de tratamento foi amplamente ignorada”, eles afirmaram.

Outros especialistas elogiaram o estudo, entre eles David Nutt, que já foi conselheiro do governo britânico sobre drogas e que defende um relaxamento das leis sobre drogas ilegais para permitir a realização de mais pesquisas.

“Curar a dependência de álcool requer enormes mudanças na maneira como você se vê. É isso que o LSD faz. É um efeito muito forte. É difícil encontrar algo com resultados tão bons. Provavelmente, não há nada melhor (para tratar alcoolismo)”, diz ele. BBC Brasil – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.