Iniciando uma avaliação sobre a GREVE dos professores universitários…

Pois bem, já estamos passando de mais de 110 dias de greve e já já adentrando no quarto mês de greve dos docentes.

Após os vários momentos que esta greve passou, a saber: a deflagração, o início, a consolidação da greve, as mobilizações nacionais, os processos judiciais, as propostas e contrapropostas, a não negociação do governo, a assinatura do acordo pelo PROIFES, a renegociação do acordo pelo PROIFES, a mídia apoiando/não apoiando, o apoio dos alunos, o não apoio dos alunos, enfim…e agora chegamos ao momento mais complicado e tenebroso desta greve.

Terminar ou não terminar? eis a questão…!!!

De um lado estão os que defendem a manutenção da greve, pois uma greve de professores só tem efeito se for de muitosss meses, porque toda greve que se PRESTE só tem algum efeito positivo se atrapalha alguém e pelo jeito começou atrapalhar somente agora. Alunos estão indignados e balbuciando agressivamente contra a greve. Assim como os professores não grevistas e que não acreditam nesta greve, estão cada vez mais indignados. Enfim, agora sim esta greve esta atrapalhando. Então alunos, quanto mais gritaria e desespero, mais vocês dão corda para estes grupos de professores que ainda acreditam na greve, ok!!!

No entanto, porém, contudo, todavia, do outro lado estão os que acreditam que ter a base de sustentação, ou seja, alunos e professores, contra a greve é como dar um tiro no pé, pois isto poderia levar a um isolacionismo total e completo dos comandos locais de greve, que tendo nas assembléias espaços de legitimação do movimento paredista (consideremos que a grande massa de professores contra a greve nunca foram, não vão e nem pretendem ir as assembléias, pois tem asco de imaginar-se como um grevista), irão utilizar-se disto para perpetuar por mais tantos e tantos meses. A questão é que defensores desta tese já estão prevendo um baque da base de sustentação, ou seja, professores e alunos que defendiam a greve passam a questionar e se colocar de certo modo contrários a ela. Acredito que estamos extamente neste momento, e que talvez, mais uma semana no máximo, o contigente de contrários estará mais visível e se colocando de forma mais contundente dos que os que estão querendo a greve.

Assim, as questões que continuam e se iniciam são: até quando vai esta greve? qual das teses serão utilizadas pelos comandos locais e nacional? existem outras teses….?

Eu tenho minhas opiniões e sou bem radical a partir delas…mas vou continuar com minhas análises mais distantes e analíticas para depois dar minhas cacetadas…ok…

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