Panfletagem Petista: o governismo até as últimas consequências

Como eu gosto do petismo governista panfletário: mentira este cartaz que segue, e que esta sendo espalhado aos milhares nas redes sociais.

Vamos entender: para produzir comida usa-se Diesel, para transportar comida usa-se Diesel, para ir e vir usa-se Diesel/Gasolina (mesmo usando a bicicleta, até a água que vc bebe usa combustível para chegar na sua casa), para andar de ônibus usa-se Diesel e Gasolina, para construir as hidrelétricas e as redes de transmissão usa-se Diesel..etc etc etc…ou seja, para produzir qualquer coisa, inclusive energia é necessário petróleo, inclusiva quando há falta de energia ligam geradores que funcionam com Diesel.

Então a conclusão mais correta a se chegar é de que, nossa sobrevida depende do petróleo.

panfleto PT

A grande questão é: por que aumentar o preço da gasolina e do diesel? facil de responder. Segundo o governo é para equiparar os preços do petróleo brasileiro com os preços internacionais, e assim dar competitividade para a petrobras. Até pode ser, mas o fundo da questão é que o superavit brasileiro e o crescimento do PIB passa necessariamente pelo consumo de gasolina e diesel. Assim sendo, arrecadação do setor público passa necessariamente pelo aumento do combustível. E quem mais uma vez paga a conta?

Zé fini!!!

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Roberto Requião: mais uma vez explicando os (des)caminhos da direita brasileira – o caso da energia elétrica

Em mais um grande pronunciamento na tribuna do Senado, a semanas atrás, o Senador Roberto Requião, desconstrói o discurso e as intensões da direita brasileira, que diz que a redução da conta de energia irá quebrar as empresas do setor elétrico. Aliadas a esta direita nefasta, os jornalões vomitam um aparato ideográfico de desastre e destruição do Brasil. Requião, neste vídeo que segue, irá dizer em claro e bom tom as verdades sobre o setor elétrico, pois quando Governador do Paraná, tinha sob sua responsabilidade a COPEL, empresa estatal de energia elétrica, que tirou, em 2003, da completa falência deixada pelo então governador Jaime Lerner, e a transformou em 2008/09, em uma potência do setor elétrico brasileiro, com 1,5 bilhão de lucro por ano.

Agostinho Ramalho Marques Neto – para quem quer entender um pouco sobre o neoliberalismo

A doutrina do Liberalismo surgiu no século XVII, como alternativa para libertar os cidadãos da opressão de monarquias totalitárias que não separavam Estado de religião. Era uma reinvenção da cidadania. No século XX, nos deparamos com um chamado NEOliberalismo, que pouco se assemelha ao original. Nesta entrevista, o psicanalista Agostinho Ramalho Marques Neto analisa o tema sob uma ótica multidisciplinar, misturando Psicanálise, Direito, Economia e Política. Ele é membro do Núcleo de Direito e Psicanálise da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e mestre em Ciências Jurídicas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ). Também é autor do livro “A ciência do Direito – conceito, objeto, método”.

O programa Justiça do Trabalho na TV é produzido pela Assessoria de Comunicação Social do TRT de Santa Catarina.

Parte 01

Parte 02

Parte 03

Fonte: Blog do Tarso – http://blogdotarso.com/

Projeto de Lei prevê extinção do banco de horas

Até que enfim um projeto de lei que vale a pena para o trabalhador….segue a matéria publicada na Agência Camara…Banco de horas foi uma das geniais ideias do neo liberalisimo brasileiro…

Tramita na Câmara Federal projeto de lei  do deputado Assis Melo (PCdoB-RS) cujo propósito é extinguir o banco de horas,  caracterizado como um sistema de compensação de horas extras. Esse projeto foi  apresentado no fim de outubro do ano passado.

A proposição  do deputado  gaúcho revoga o parágrafo 2º do artigo 59 da Consolidação das Leis do Trabalho  (CLT), que trata do banco de horas. Na prática, segundo o parlamentar, esse  sistema de compensação leva a que os empregadores se apropriem das horas extras  trabalhadas, sob o argumento de que essa jornada a mais será compensada. Ele diz  que “assim, além de não pagar suplementar, o patrão ainda decide quando será  feita essa compensação, perdendo o trabalhador nas duas pontas: não recebe pela  jornada a mais e só folga por conveniência patronal”.

O banco de horas, então, é visto como uma apropriação indébita legalizada.  O Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar  (Diap) avalia que a iniciativa do deputado encontra eco nos interesses dos  trabalhadores, “na medida em que pretende corrigir a injustiça do banco de horas  como supressão de renda dos assalariados”.

Na justificativa do  projeto, por outro lado, o parlamentar argumenta que, hoje, “o sistema de  compensação de horas já não é plausível, pois a economia cresceu e se dinamizou,  e os índices de desemprego diminuíram substantivamente”.

Banco de horas: histórico
A medida foi instituída no rol da legislação  trabalhista do fim da década dos anos 90, em razão das dificuldades que a  economia do país atravessava. Assim, a lei 9.601/1998 alterou o artigo 59 da CLT  para dar nova redação ao parágrafo 2º da legislação trabalhista.
Desde então, o parágrafo 2º do artigo 59 da CLT ficou assim: “Poderá ser  dispensado o acréscimo de salário se, por força de acordo ou convenção coletiva  de trabalho, o excesso de horas em um dia for compensado pela correspondente  diminuição em outro dia, de maneira que não exceda, no período máximo de 120  dias, à soma das jornadas semanais de trabalho previstas, nem seja ultrapassado  o limite máximo de 10 horas diárias”.
Com base nisso, segundo o Diap, as  empresas passaram a adotar o banco de horas e deixaram de pagar montante  razoável de horas extras trabalhadas, que hoje poderia estar aquecendo a  economia interna, com aumento do consumo das famílias e da renda.

Fonte: Agência Câmara de notícias

O Polêmico calçadão de Camburi! Parte 1

É impressionante! Eu fico realmente estarrecido! O debate e as regras de convivência no calçadão de camburi já era emergencial a muitoo tempo. O Luciano Resende toma atitude e vem pancadaria. Faltou diálogo, ok!!? Mas a questão é seria. Quem convive no calçadão sabe dos acidentes que acontecem. Um jovem ou uma jovem que caminha no calçadão, ok, consegue desviar de bicicletas, patinadores/as e skatistas, mas idosos e crianças não conseguem. Não são todos/as, poderia dizer que é um seleto público, inclusive tem uma quadrilha de pequenos burgueses skatetistas da mata da praia, uns 20 elementos, que fecham uma parte do calçadão para seu bel prazer. Quem caminha e corre é prioridade, sempre foi. O caos é no verão, durante os outros 9 meses a coisa é tranquila. Estabelecer horários seria mais providencial, mas enfim, qqer coisa que melhore este caos de violência gratuita já é algo positivo e válido.

Espírito Santo: estradas para relembrar o passado no Brasil

Mais de 5 mil Km rodados entre o Sul e Sudeste. Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina, estradas pedagiadas, infelizmente, mas são rodovias que são um tapete, com segurança, tranquilidade, super hiper sinalizadas, sempre com obras, 99,9% duplicadas (algumas com dinheiro público, outras com recursos do pedágio). Os pedágios de manutenção no valor de 1,50, barato e eficiente!!! Já fui contra os pedágios, mas num pais continental como o Brasil, com o volume de corrupção no sistema de transporte, impossível manter o público como monopólio do sistema. Ainda prefiro viver mais alguns anos viajando pelo Brasil. Porém, no ESPÍRITO SANTO, não o da Igreja, mas o Estado, as estradas são mais ou menos assim: sinalização, quando existe estão atrás do mato de quase 3 metros de altura na beira da rodovia, buracos e falhas no asfalto são a regra, pista simples é 100% da malha viária, sem mapa ou GPS vc não sabe nem onde vc esta (pois nem placa de distancia e localização não existem), policiamento não existe, acidentes diários e até mesmo o processo de concessão das estradas esta sub judice, assim como a reforma do aeroporto, que há 7 anos esta sub judice, e pq? simples…briga de quadrilheiros (PSB, PPS, PMDB, PSDB, PT, PTB, DEM etc etc etc) para ver quem leva a porcentagem do agrado…até quando? até quando?