Especialistas discutem resultado da pesquisa Pnad – TV Estadão

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Roberto Requião: mais uma vez explicando os (des)caminhos da direita brasileira – o caso da energia elétrica

Em mais um grande pronunciamento na tribuna do Senado, a semanas atrás, o Senador Roberto Requião, desconstrói o discurso e as intensões da direita brasileira, que diz que a redução da conta de energia irá quebrar as empresas do setor elétrico. Aliadas a esta direita nefasta, os jornalões vomitam um aparato ideográfico de desastre e destruição do Brasil. Requião, neste vídeo que segue, irá dizer em claro e bom tom as verdades sobre o setor elétrico, pois quando Governador do Paraná, tinha sob sua responsabilidade a COPEL, empresa estatal de energia elétrica, que tirou, em 2003, da completa falência deixada pelo então governador Jaime Lerner, e a transformou em 2008/09, em uma potência do setor elétrico brasileiro, com 1,5 bilhão de lucro por ano.

Agostinho Ramalho Marques Neto – para quem quer entender um pouco sobre o neoliberalismo

A doutrina do Liberalismo surgiu no século XVII, como alternativa para libertar os cidadãos da opressão de monarquias totalitárias que não separavam Estado de religião. Era uma reinvenção da cidadania. No século XX, nos deparamos com um chamado NEOliberalismo, que pouco se assemelha ao original. Nesta entrevista, o psicanalista Agostinho Ramalho Marques Neto analisa o tema sob uma ótica multidisciplinar, misturando Psicanálise, Direito, Economia e Política. Ele é membro do Núcleo de Direito e Psicanálise da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e mestre em Ciências Jurídicas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ). Também é autor do livro “A ciência do Direito – conceito, objeto, método”.

O programa Justiça do Trabalho na TV é produzido pela Assessoria de Comunicação Social do TRT de Santa Catarina.

Parte 01

Parte 02

Parte 03

Fonte: Blog do Tarso – http://blogdotarso.com/

Projeto de Lei prevê extinção do banco de horas

Até que enfim um projeto de lei que vale a pena para o trabalhador….segue a matéria publicada na Agência Camara…Banco de horas foi uma das geniais ideias do neo liberalisimo brasileiro…

Tramita na Câmara Federal projeto de lei  do deputado Assis Melo (PCdoB-RS) cujo propósito é extinguir o banco de horas,  caracterizado como um sistema de compensação de horas extras. Esse projeto foi  apresentado no fim de outubro do ano passado.

A proposição  do deputado  gaúcho revoga o parágrafo 2º do artigo 59 da Consolidação das Leis do Trabalho  (CLT), que trata do banco de horas. Na prática, segundo o parlamentar, esse  sistema de compensação leva a que os empregadores se apropriem das horas extras  trabalhadas, sob o argumento de que essa jornada a mais será compensada. Ele diz  que “assim, além de não pagar suplementar, o patrão ainda decide quando será  feita essa compensação, perdendo o trabalhador nas duas pontas: não recebe pela  jornada a mais e só folga por conveniência patronal”.

O banco de horas, então, é visto como uma apropriação indébita legalizada.  O Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar  (Diap) avalia que a iniciativa do deputado encontra eco nos interesses dos  trabalhadores, “na medida em que pretende corrigir a injustiça do banco de horas  como supressão de renda dos assalariados”.

Na justificativa do  projeto, por outro lado, o parlamentar argumenta que, hoje, “o sistema de  compensação de horas já não é plausível, pois a economia cresceu e se dinamizou,  e os índices de desemprego diminuíram substantivamente”.

Banco de horas: histórico
A medida foi instituída no rol da legislação  trabalhista do fim da década dos anos 90, em razão das dificuldades que a  economia do país atravessava. Assim, a lei 9.601/1998 alterou o artigo 59 da CLT  para dar nova redação ao parágrafo 2º da legislação trabalhista.
Desde então, o parágrafo 2º do artigo 59 da CLT ficou assim: “Poderá ser  dispensado o acréscimo de salário se, por força de acordo ou convenção coletiva  de trabalho, o excesso de horas em um dia for compensado pela correspondente  diminuição em outro dia, de maneira que não exceda, no período máximo de 120  dias, à soma das jornadas semanais de trabalho previstas, nem seja ultrapassado  o limite máximo de 10 horas diárias”.
Com base nisso, segundo o Diap, as  empresas passaram a adotar o banco de horas e deixaram de pagar montante  razoável de horas extras trabalhadas, que hoje poderia estar aquecendo a  economia interna, com aumento do consumo das famílias e da renda.

Fonte: Agência Câmara de notícias

Em dez anos, renda dos mais pobres cresceu 90%

Parcela mais pobre da população obteve maior melhoria acumulada, de 2001 a 2011

Nos últimos dez anos, entre 2001 e 2011, os 10% mais pobres do país tiveram um crescimento de renda acumulado de 91,2%, enquanto a parcela mais rica da população obteve nesse mesmo período um incremento de 16,6% da renda acumulada. Portanto, a variação do aumento de ganhos reais foi 5,5 vezes (550%) mais rápida para o décimo mais vulnerável dos brasileiros.

“Estatisticamente, em 2011 o Brasil atingiu o menor nível de desigualdade de sua história”, declarou nesta terça-feira, 25, o presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcelo Neri, durante a coletiva pública de lançamento do Comunicado do Ipea nº 155 – A década inclusiva (2001-2011): Desigualdade, pobreza e políticas de renda. O estudo, apresentado por ele com a participação do técnico de Planejamento e Pesquisa do Instituto Pedro Souza, foi elaborado a partir da recente Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2011, divulgada pelo IBGE, complementado por dados inéditos até agosto de 2012.

Marcelo Neri afirmou que a renda em crescimento e a redução da desigualdade são o caminho que o Brasil tem feito desde 2003. Ele também destacou que o ajuste nominal do salário mínimo, programas sociais como o Brasil Carinhoso, Brasil sem Miséria, Minha Casa Minha Vida e outras políticas do governo federal atuam na mesma direção da melhoria da renda do trabalho. “Os brasileiros acham que estão em um país, os macroeconomistas, em outro. O que é mais importante para explicar a renda das pessoas se não a renda do trabalho?”, afirmou.

Desigualdade horizontal A pesquisa aponta que o combate à desigualdade horizontalizou melhorias de renda. Nesses dez anos, pessoas que vivem em famílias chefiadas por analfabetos tiveram 88,6% de aumento da renda, contra 11,1% de decréscimo para aquelas cujo chefe familiar possui 12 anos de instrução regular ou mais.

No Nordeste, a renda cresceu 72,8%, já no Sudeste, região mais rica do país, essa taxa foi de 45,8%. Entre aqueles que se consideram negros, o aumento de renda foi de 66,3%, e a população declarada como parda obteve melhoria de 85,5% do ganho pelo trabalho. Para os que se dizem brancos, o crescimento de renda foi de 47,6%.

Segundo o presidente do Ipea, a desigualdade mundial de renda caiu em grande parte devido o crescimento da China, bastante expressivo ao longo das últimas décadas, e da Índia, sobretudo nos anos 1990 e 2000. “Por mais que a desigualdade dentro desses e de outros países esteja crescendo, o avanço econômico e a melhoria de renda das suas populações têm causado o efeito mundial, pois esses países abrigam metade dos pobres do mundo”, frisou Neri.

Fonte: Site IPEA

Semana mundial da alimentação: o modelo de desenvolvimento econômico e social passa pelo que comemos!!!

Todo ano, durante uma semana, o Brasil debate a questão da alimentação, da segurança e soberania alimentar, que ocorrerá no período de 11 a 17 de outubro, e mais especificamente, no dia 16 de outubro que é o Dia Mundial da Alimentação.

Nesta semana ocorrerão, por todo o país, eventos, debates, manifestações, palestras, atos públicos, entre tantas outras expressões governamentais e não governamentais com o objetivo de pautar a questão da alimentação na agenda da sociedade e dos governos.

Quando discutimos a questão da alimentação, estamos pautando a ausência ou a pouca disponibilidade de alimentos; a industriailização; o envenenaento dos alimentos com agroquímicos; o monopólio e altos preços dos alimentos; as formas de logística; quem produz e onde se consome… Mas também, são debatidos as boas experiências, a agroecologia, o mercado justo, o desenvolvimento local, a aproximação entre rural-urbano, a agricultura familiar, o slow food, entre outros…

Ou seja, quando falamos em alimentação, estamos falando desde a semente (que atualmente passa por um processo acelerado de privatização em escala global) até os processos de produção de identidade e cultura alimentar, mas também a industrialização e homogeneização da alimentação.

Com esta preocupação, a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) estabeleceu esta semana para pautar a sociedade e os governos no debate sobre a alimentação.

E você, qual a sua preocupação com o que você come? nenhuma? pois é, mas para quê? Hoje em dia é só chegar na primeira budega e comprar um PF ou ir a qualquer mercado e comprar o que desejar…

As questões que ficam: o que estamos comendo? de onde vem nosso alimento? quem esta produzindo? em que condições estão sendo produzidos?

O modelo de desenvolvimento econômico e social passa necessariamente pelo nosso prato de comida…pense nisso!!!

Redução da energia elétrica vai impulsionar o desenvolvimento brasileiro? E porque a gasolina vai amentar? como assim…

A redução de impostos para os consumidores sempre é muito bom, é algo que deve ser aplaudido em pé. Plá Plá Plá Plá…

E assim o Governo da Tia Dilma anunciou no dia 7 de setembro a redução de 28% na tarifa de energia para indústrias e 16,2% para consumidores residenciais.

Pois bem. Mas a história não para por aí. Como nada nessa vida vem de graça, por única e exclusiva bondade angelical, e a Tia Dilma de boba só tem o couro cabeludo, o governo já planeja um aumento de 7% a 10% da gasolina na bomba, ou seja, diretamente no bolso de cada um. Ou seja, tira de um e coloca no outro.

Mas não basta só isso. O Ministro Paulo Bernardo, aquele que acabou com o PT do Paraná e agora deixa de bandeja para sua capanhera, Gleisi Hoffman, fez um pronunciamento logo após o anúncio da Tia Dilma, afirmando que a redução da energia elétrica irá IMPULSIONAR A ECONOMIA BRASILEIRA. O que? foi isso mesmo que eu ouvi? Acho, quer dizer, tenho a certeza de que os políticas acreditam que o povo é burro, só pode. Se a solução para uma crise ou para impulsionar o desenvolvimento econômico capitalista de um país fosse tão simples, zera a conta da luz então!

Agora só falta dizer que no país da gasolina mais cara do mundo, o aumento do combustível é para que possamos fazer da Petrobras a maior empresa da galáxia. Ah é, e o superavit brasileiro, onde fica!!!

A multifuncinalidade de Deus…dá-lhe Russomano!!

Pastor Marcos Galdino, Celso Russomano, Luiz Flávio D’Urso e Renato Galdino, em culto no templo da Assembleia de Deus Ministério Santo Amaro (Foto: Marcelo Mora/G1)

Nada melhor do que acordar e presenciar mais um dos fatos da nossa história de seres viventes!!!

Como publicado na Folha de São Paulo: “O pastor também instou os fiéis a gritar ‘glória a Deus’ se quisessem ‘melhor saúde, transporte e educação para nossa cidade’ e que os que acreditassem na vitória de Russomanno levantassem a mão. 1Vocês creem que ele será o próximo prefeito de São Paulo?1, pregou. Boa parte da plateia levantou a mão, aos gritos de “aleluia”. O pastor disse que falava como ‘profeta de Deus'”.

E ainda acrescenta: “‘Eu quero pedir um presente pra vocês. Levem o nome do Celso Russomanno para mais cem pessoas. Vocês têm família, parentes, pessoas onde vocês trabalham. Temos uma meta a ser alcançada’, disse o pastor Galdino.”

E assim caminhamos em nome de Jesus. Pedidos de voto, orações e rezas para salvar o povo do sofrimento, para fazer chover, para curar e salvar a vida onde faltam médicos e medicamentos, para retirar o mau da prefeitura de São Paulo, para abrir os caminhos para a riqueza e o sucesso.

É uma infelicidade misturaram fé com religião, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa!!!! Infelizmente a sociedade ocidental moderna (racinalizada e capistalista) utiliza-se excepcionalmente bem desta que é a maior peste da humanidade: as institiuções racionalizadas e capitalistas a serviço de Deus.

Como intitulo este post, deus esta aí para todas as obras, “é pau pra toda obra”, como diria o ditado popular. Seja para bem ou para…

Hugo Chavez no Mercosul: uma relação meramente econômica

Por André Michelato

Aos mais empolgados e animados com a entrada de Hugo Chavez no Mercosul, aviso para ir devagar com o andô, pois a relação que o Mercosul, e logicamente a relação que o Brasil vai estabelecer com a Venezuela, esta e será pautada única e exclusivamente pela relação econômica. Enganam-se aqueles que acreditam que a entrada da Venezuela no Mercosul tem as impressões digitais do socialismo e da transformação política e econômica da AL.

Obviamente, que a entrada da Venezuela, sob a batuta de Hugo Chavez, implicará em espaço para que ele ganhem em legitimidade na AL, assim espera-se. Porém, não há como acreditar que esta fala implicará em uma avanço e na irradiação de um projeto socialista para a AL. Resumindo: a entrada da Venezuela esta ligada diretamente a ideia de amplificar as exportações de alimentos brasileiros. Um país que só sabe produzir petróleo e nada mais, necessita e esta ávido por alimentos e tudo o que for industrializado. Desta forma, em tempos de crise internacional, de quebra da Espanha, Itália, EUA, bla bla bla…a saída mais rápida e perspicaz é ampliar as relaões comerciais com quem tem petróleo, que ainda é o único néctar anti crise do planeta.

Assim, mesmo a direita e a mídia conservadora brasileira aceitam e o recebem com pompas de O Grande salvador da pátria.

Agora temos que lembrar, a entrada de Hugo Chavez no Mercosul, enterra em absoluto, pelo menos durante a sua gestão, esta e as demais que virão, a ALBA – Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América – Tratado de Comércio dos Povos, sendo uma demonstração clara de que não teve condições e nem capacidade para avançar num projeto regional, aí sim, socialista. Infelizmente, agora é colocar o bonézinho na cabeça e seguir fazendo jus aos seus 3,5 milhões de barris de petróleo bruto dia.

Mas é bom lembrar, agora somos mais fortes economicamente, pois com o ingresso da Venezuela, o Mercosul contará com uma população de 270 milhões de habitantes (70% da população da América do Sul), registrando um Produto Interno Bruto (PIB) em valores correntes de US$ 3,3 trilhões (o equivalente a 83,2% do PIB sul-americano) e um território de 12,7 milhões de quilômetros quadrados (72% da área da América do Sul), de acordo com o Itamaraty.

E dá-lhe capitalismo na veia!!!!